Sob Meu Ponto de Vista 2009
UOL
 
Liliana, casada, 3 filhos, louca por um neto.
Meu perfil foi traçado a partir do ponto-de-vista dos meus amigos, retirado dos seus comentários, eh eh:
  • MODESTA
  • pessoa maravilhosa
  • mãezona
  • mulher moderna, forte e atuante
  • autêntica,sensível, amorosa
  • forte e firme sem perder a doçura
  • sempre conselheira, amiga
  • vaselina
  • referencia de força e de sabedoria
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    ... tudo sempre passará...

    Apaixonado

     

    Há muito tempo eu recebi um email com uma mensagem que eu nunca me esqueci.

    Não me lembro quem me mandou o tal email, mas da mensagem eu me lembro sempre.

    Ela falava sobre o tempo que as pessoas ficam em nossas vidas e da importância desse tempo.

    Umas pessoas passam rapidamente. Algumas horas, alguns dias. São como vento. Mas sempre deixam alguma marca.

    Algumas demoram mais ou menos. Tempo suficiente para nos ensinar alguma coisa, e aprenderem alguma coisa com a gente também.

    Outras vivem por um longo tempo ao nosso lado. Estas fazem parte mesmo da nossa vida. Do nosso crescimento e do nosso aprendizado.

    Mas todas elas um dia se vão...

     

    Eu acho que não é assim só com as pessoas não.

    Tudo na vida é desse jeito.

    As pessoas, as coisas, as situações.

    Entram nas nossas vidas, ficam o tempo que for necessário, e depois nos deixam. Ou nós as deixamos.

    O que é verdadeiro mesmo, é que tudo nesta vida aparece na hora certa, dura o tempo necessário e depois passa.

     

    Assim foi minha história com o “Sob o Meu Ponto de Vista”, que acabou virou “Pontuando”.

    No momento certo ele entrou na minha vida e nossa convivência durou o tempo que foi necessário.

    Foram vários anos de uma convivência muito gostosa.

    No início, nos primeiros anos, a convivência era diária.

    Depois foi se rareando e, por fim, eu aparecia por aqui muito pouco.

    Durante este longo tempo de convivência, fiz amigos, botei pra fora muita tristeza, que dividi com vocês, muitas alegrias, contei um montão de “causos”, falei de política, briguei com jornalista... enfim, foi uma convivência muito saudável.

     

     

    Outros interesses surgiram na minha vida, outras pessoas, outras coisas, outras situações e chegou a hora do Pontuando e eu nos separarmos.

    Toda separação é chata. Procurei me despedir do Pontuando de maneira lenta, porque as separações que nos pegam de surpresa são sempre muito mais sofridas e muito mais dolorosas.

     

    Quero dizer pra todos vocês, meus leitores e amigos, que vou me separar de vocês, mas nunca vou esquecê-los. Vocês foram, mesmo que não saibam, muito importantes pra mim. Me deram muita força. Me ajudaram muito nos meus momentos de agonia, de tristeza, de solidão...

    Meus textos continuarão arquivados na pastinha “Textos para o blog”, que é onde eu sempre os coloquei. Os publicados e os a serem publicados.

    Vocês, meus amigos, serão todos arquivados para sempre, na minha lembrança e no meu coração.

     

    Sem nenhuma predileção, quero fazer três agradecimentos especiais.

    O primeiro é pra Camila. Ela foi a mentora do Pontuando. Beijo Camilita!!!

    O outro é pro Adri, meu consultor para assuntos informáticos, que fez a carinha do Pontuando e que sem ele eu não conseguiria colocar sequer, uma foto aqui.

    E o terceiro é para o Guga, que nem sei se lerá este post, que me linkou no “Blog do Noblat”, e o Pontuando cruzou fronteiras e o contador disparou...

     

    Mas o beijo carinhoso e muito, mas muito agradecido mesmo que deixo aqui agora, é para todos vocês que me acompanharam durante todo este tempo. Beijo

     

    Como tudo na vida passa e se transforma, quem sabe um dia eu volto, né não???

     

     

     

     

     

     



    Escrito por Lili às 14h17
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    Tipo prisão perpétua

    Rindo a toa

     

    Eu até que tenho tido uns causos pra contar pra vocês.

    O negócio é a falta de tempo.

    Tô brincando não, gente!

    Além dos paninhos que me consomem quase o dia todo, eu tenho minha ginástica, minha casa pra cuidar, dever dos meninos e agora o trem tá preto pro lado deles.

    Wayne aposentou-se. Depois vou falar sobre isto. E aí, ele tá “botando ordem na casa”, segundo suas próprias palavras.

    Os coitados não têm folga. E eu... entro na dança.

    É decorar capitais, é decorar tabuada, é ler jornal pela Internet... Não tá sobrando tempo pra nada pros pobrezinhos e nem pra mim...Tonto

     

    Bom. De vez em quando eu sento aqui.

     

    Domingo passado eu fui com Luana, Adriano e Vitória olhar uns móveis pra casa da Lu.

    No caminho passamos em frente do local de trabalho da Lu e o Adri brincou com ela:

     

    – Tá com saudade, Lu?

    Ela passou a semana toda viajando. A trabalho...

    – Eu? Quando eu me lembro que amanhã começa tudo de novo... Me dá um apeeerto na alma...

     

    Vira-se a Vivi:

     

    – Ué??? Por que você não se aposenta, igual ao Nani e a tia Lili? Sorte

     

    – Ih Vivi!!! Ainda vai demorar muuuito pra Nana se aposentar...

     

    Aí eu resolvi explicar pra Vivi, quais são os requesitos a serem preenchidos pra uma pessoa se aposentar.

     

    – É assim que funciona, Vivi. Você tem que trabalhar por um determinado tempo. A Nana, como é mulher, tem que ter 60 anos de idade. Além disto, ela tem que contribuir durante 30 anos com uma quantia mensal, com o INSS. Depois eu te explico o que é o INSS. Eu acho que é isto, Vivi. O trem muda toda hora e eu posso estar enganada.

     

    – Como assim, tia? Ela tem que dar um dinheiro todo mês pra este lugar? Em dúvida

     

    – Tem.

     

    – E se ela não der?

     

    – Aí ela não pode parar de trabalhar e continuar recebendo o salário dela, entendeu?

     

    – E, coitada tia!!! Ela vai ter que trabalhar até quando ela tiver 60 anos???

     

    – Vai, Vivi. O pior é que vai. Não tem outro jeito...

     

    – Quer dizer: É TIPO ASSIM, UMA PRISÃO PERPÉTUA, NÉ TIA??? Muito feliz



    Escrito por Lili às 13h05
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    Falta de crédito

    Chorão

     

    Eu tô completamente largada às traças. Triste

    Wayne viajou, Luana viajou, João Vitor e Vitória viajaram.

    Restou a Rosa, que fica lá pra dentro e eu nem vejo, e a cachorrada.

    Lolita é a minha companheira. Ela é que está segurando “a onda”, pra eu não me sentir com-ple-ta-men-te abandonada...

     

    Ontem costurei o dia todo.

    Eu e Lolita. Ela fica lá bagunçando meus paninhos. Comeu todos os raminhos da minha abóbora gigante... e o pior é que eu deixo... Depois eu faço de novo.

    Quando deu umas seis horas da tarde, eu já tava com minhas costas ardendo e resolvi entrar no meu email.

    Mandei uma mensagem pra um amigo meu, que fazia algum tempo não recebia nada dele.

    Contei pra ele da minha solidão.

    “Não tenho nem com quem conversar. Até a Rosa resolveu me abandonar hoje e foi arrumar o cabelo. Tô aqui. Eu e Lolita.”

    Falei mais algumas coisas e desliguei o computador.

     

    Mais tarde... na falta de outra coisa pra fazer, entro de novo no email.

    Vi que tinha resposta do meu amigo.

    Abri.

    Vejam o que ele me respondeu. Eu achei a maior falta de sensibilidade do mundo...  Nervoso

    Desliguei o computador e fui dormir... Eu e Lolita...

     

    “Frase do dia

     

    "Quando uma mulher sofre em silêncio é porque seu celular está sem crédito."”

     

     



    Escrito por Lili às 19h27
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    POR UM ACASO é otimo!

    Rindo a toa

    Ai, ai!!!!

     

    A família do Wayne é muuuito engraçada!

     

    Não é que eles não sejam amorosos. São amorosos sim. E são muito cuidadosos uns com os outros.

    O negócio é que eles têm assim... “uma certa dificuldade” para expressar oralmente ou gestualmente, este amor entre eles.

    Eu já perguntei pra alguns deles, se “POR UM ACASO”, eles têm boca nas bochechas.

     

    – Como assim, boca na bochecha?

    – Porque vocês quando vão beijar alguém, vocês encostam a bochecha no rosto da pessoa. Nunca a boca...

     

    Os abraços são sempre laterais. Nunca frontais. Isto quando eles só não batem a mão no ombro um do outro e perguntam:

     “E aí? Tudo bem?”. Não importa o tempo que estão sem verem. É uma graça!!!

    No começo eu estranhei pra caramba. Mas a gente se acostuma com tudo neste mundo, né não?

    Às vezes eu tento dar uma ensinadazinha de como é que a gente beija e abraça. Mas não surte muito efeito não.

     

    Pois bem.

     

    Minha sogra comprou um carro novo pra ela. Muito lindo, por sinal.

    Resolveu dar pro neto Sorte, filho do irmão do Wayne, o carro que ela tinha, que está quase tão novinho quanto o que ela comprou.

    Armou o esquema.

    Faria um lanche na casa dela, chamaria a família toda (que não é tão grande assim, embora seja barulhenta que só...), e aí ela daria de surpresa pro neto, o carro.

     

    Segunda feira passada foi o “Dia D”.

    Wayne foi com ela apanhar o carro novo e depois nos reunimos na casa dela, para o tal lanche comemorativo.

    Fomos todos, menos Luana, que está viajando e o Adriano, porque alguém tem que trabalhar nesta família, né não?

     

    O ganhador chegou por último.

    Entrou, sentou-se, pegou um enroladinho de queijo, reclamou que a cabeça estava doendo um pouco.

    Todo mundo já sabia da surpresa e estava aquela coisa “bem espontânea”.

    Todo mundo olhava, ora pra minha sogra, ora pro neto da minha sogra...

    Finalmente, com as bochechas pra lá de vermelhas, ela é bem clarinha, minha sogra deu início ao tão esperado “ato de doação”:

     Com vergonha

     

    – Tenho uma novidade pra te contar, fulano! Comprei um carro novo pra mim!!!

    – É Vó!!! Que legal!!! E quando ele chega?

    – Já chegou! Está lá embaixo na garagem! (ela mora em apartamento)

    – Que coisa boa! Que cor ele é?

    – Vermelho!

    – Ah tá! Quando eu descer, vou lá conhecer seu carro novo.

     

    PAUSA....


    Uns olham para os outros.

     

    Minha cunhada, tia do neto, fala com a “boca na bochecha”, literalmente, e entre os dentes pra minha sogra:

     

    – A segunda parte, mãe!!!!

     

    – Ah é, fulano! Eu queria saber, se POR UM ACASO, você não quer ganhar um carro?

     

    Eu imagino que deve ter dado um nó nos neurônios do coitado, que já estava com a cabeça doendo. Tonto

     

    –  Em dúvida Hum??? Como assim, Vó? POR UM ACASO, eu não quero ganhar um carro?

    – É!!! Eu quero saber se você, POR UM ACASO, quer ficar com o meu carro!?!?!?!

     

    Ô dó!!!! O menino passava a mão na testa, botava o cabelo pra trás da orelha... eu tenho a impressão que ele devia estar sentindo um calor, tipo um fogacho, aquele calorão que sobe pelo corpo nas mulheres na menopausa, sabem como?

     

    Aí... eu que tenho as raízes todas meio tortas, na minha árvore genealógica, um dos lados é todo retorcido, levantei e disse:

     

    – É fulano!!! Sua avó tá te dando, de presente, o carro dela. Levanta deste sofá, vai lá, dá um abraço apertado nela, um beijo e fala: MUITO OBRIGADA VÓ!!! POR UM ACASO EU QUERO O SEU CARRO, SIM!!!!

     

    Eu acho tudo muito engraçado.

     

    Mas eu agora vou ficar esperta.

    Quando minha sogra disser pra mim:

    – Liliana, POR UM ACASO...,

    Ela não vai nem terminar a frase. Eu já vou pular no pescoço dela e dizer de cara:

    – Mas claro que eu quero... Muito obrigada, minha sogra!!! Apaixonado

     



    Escrito por Lili às 13h42
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    Sem etiqueta, sem preço

    Jóia

    A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

    Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.

    Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

    Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

    Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um

    Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

    Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.

    A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no

    pescoço, indiferentes ao som do violino.

    A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

    A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.

    Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

    Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não

    vêm com a etiqueta de preço.

    Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

    É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

    Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder

    financeiro?

    Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

     

    Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos

    preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

    E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

    Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

    Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

    A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.

    A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.

    O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a

    nossa lembrança.

    O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores nos são dados por Deus, gratuitamente.

    Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife.

    Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária,

    especial.

    Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol

    despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.

    (desconheço a autoria)



    Escrito por Lili às 21h05
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    Televisão monocromática

    Embaraçado

    Eu sempre fui encucada com as roupas dos apresentadores de telejornais e de programas de entrevista na televisão.

    É sempre aquela coisa monocromática.

    Tudo de uma cor só. Sempre escura.

    De vez em quando eles tentam uma cominaçãozinha de duas cores.

    Fica pior ainda, porque gostam é muito de um preto com marrom.

    Ô combinação infeliz, né não? Eu acho.

     

    Mas eu descobri a razão de tanto preto, de tanto marrom, de tanto cinza do povo.

     

    Luana foi convidada pra participar de uma entrevista com o Paulo Henrique Amorim, na Record News, semana passada.

     

    Lu tem uma forma de se vestir nada convencional. É bem “descolada”.

    Adora as saias, vestidos longos, sapatinhos rasteiros, e é tudo bem, mas é bem mesmo colorido.

    Se a roupa for lisa, ela dá logo um jeito de colorir nos acessórios.

    Eu gosto muito do seu jeito de se vestir. Acho que ela fica bem bonita nos seus coloridos.

     

    Pois então.

     

    Aceito o convite, lá se vão Luana e a assessora de comunicação do trabalho dela, para São Paulo.

     

    Terminada a entrevista, me liga Luana de dentro do avião:

     

    – Mãe, já estou indo embora. Consegui um vôo mais cedo e já estou dentro do avião.

    – Que bom filhota! E aí? Foi tudo bem? A entrevista foi boa?

    – Foi mãe. Foi tudo bem. Ô mãe? Você acredita que o Paulo Henrique Amorim me fez trocar de roupa?

    – Trocar de roupa? Como assim, menina? Em dúvida

    – É mãe! Eu tive que trocar de roupa. Quando ele olhou pra mim, me cumprimentou e me disse que minha roupa era muito colorida! Parecia um caleidoscópio!!! Me explicou que essas roupas coloridas demais, não dão pra serem usadas neste tipo de programa! A filmagem não fica boa .E eu achando minha roupa liiinda, mãe!!! Rindo a toa

    – E aí, minha filha? O quê que você fez? Comprou outra roupa?

    – Eu troquei de roupa com minha amiga. Fiquei super elegante!!!

    E caiu na gargalhada.

    Eu também.

     

    Estamos nós aqui em casa assistindo ao programa, e se vira a Vivi:

     

    – Que roupa é essa que a Nana está usando???? Eu nunca vi a Nana vestida assim não!!!

     

    Eu quase morri de rir dela. Tava estranho mesmo. Não que estivesse mal vestida. Nada disto. Mas Luana de saia mais curta e casaco, preto ou cinza, não deu pra ver direito, tipo executiva!?!?!?! Não era a Luana nuuunnnca, né Vivi?

     

    – Não liga não, viu Lu? O Paulo Henrique Amorim pode ser um excelente profissional, eu gosto pra caramba dele, mas de moda ele não entende nada...

    Você é uma moça muiiito moderninha pros padrões monocromáticos da televisão......



    Escrito por Lili às 09h55
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    Tara pelos paninhos...

    Apaixonado

     

    Eu não contei pra vocês, mas eu vou contar agora.

    Quando eu viajei pros Estados Unidos, eu perdi o juízo completamente. E olhem que eu me acho uma pessoa ajuizada.

    Chegamos em Nova York muito cedo e não podíamos fazer o check in no hotel, naquela hora.

    Resolvemos então, deixar as malas em um compartimento no hotel e irmos dar uma voltinha pela cidade.

     

    Eu tinha feito uma pesquisa pela Internet, de lojas de panos e tralhas para patchwork, em todas as cidades onde nós passaríamos. Era assim uma listinha básica. Deu umas cinco folhas A4...

     

    Pois bem.

    Dentro de Nova York havia uma só loja. As outras eram fora da cidade.

     

    – Ô gente!!! Nós bem que podíamos dar uma olhadinha nesta loja de tecidos para patchwork. Assim a gente se livra logo deste meu compromisso. Ela não fica longe daqui não. Vamos?

    – Bora!!!

    Me disse o Adri, que foi meu intérprete nas minhas comprinhas.

    Andamos um pouco, não era tão perto assim, e chegamos na loja.

    Vocês se lembram do olhinhos do Mogli, quando ele era enfeitiçado pela serpente?

    Pois foi assim que os meus olhinhos ficaram. Tonto

    Era tanto pano, mas era tanto pano, cada um mais lindo que o outro, que eu não sabia pra qual prateleira olhar.

    E o Adri lá. Me dando a maior força.

    Wayne se sentou numa poltrona e por ali ficou pelas 2 horas que eu fiquei, completamente enfeitiçada, dentro da bendita loja.

     

    Pra encurtar a prosa:

    Comprei QUARENTA QUILOS de paninhos... surpreso

    A moça da loja ficou tão deslumbrada com a venda, que já quer abrir uma loja no Brasil. Olho no dinheiro 

     

    Quando eu me dei conta do estrago que eu tinha feito, já era...

    Era tanta sacola aos meus pés, que eu meu rosto começou a arder, meus ticos e tecos começaram a entrar numa guerra horrorosa dentro da minha cabeça, minhas mãos começaram a suar e eu olhei pro Wayne, pedindo um HELP, mas ele só balançava o rosto de um lado pro outro. Com vergonha

     

    Adri e Luana morriam de rir.

    Não sei o que a moça perguntou pra Lu. Sou ouvi a resposta:

    – Ela é doida assim mesmo!!!

     

    Deixamos as sacolas na loja, fomos dar a tal voltinha, mas minha doideira não me saía da cabeça.

     

    Obviamente neste mesmo dia, tivemos que comprar outra mala, porque nada cabia em lugar nenhum...

     

    Ontem minha professora me mandou um vídeo pelo email, e me disse:

    – Só me lembrei de você, quando vi isto. Rindo a toa

     

    Vou colocar o vídeo aqui, pra vocês terem uma idéia de como é a pessoa tarada pelos paninhos do patchwork...

     

    – Galera do quilt! A loja se chama City Quilter. Quem quiser, me peça, que eu dou o endereço. Mas vai junto uma recomendação. Antes de vocês entrarem na bendita loja, se concentrem, orem, recitem mantras, façam alguma coisa, para que o Deus da Sabedoria e do Equilíbrio se manifeste em vocês, tá bom? Inocente

     

     

     

     

     

     

     



    Escrito por Lili às 12h50
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    Tá Quase me pegando...

    Ficando velho

     

    Minha filhotinha virou balzaquiana, gente!!!!!!!!!!!!!!!! surpreso

    Eu não tenho nada a ver com isto não, viu?

    Tô novinha!!!

    A Lu é que tá ficando velha!!!! Diabólico

    Fica preocupada não, viu Lu? Você tá fazendo trinta, mas tem corpinho e carinha de vinte e oito... Rindo a toa

    “Você está muito bem!!!”

     

    Parabéns, meu amor!

    Que Deus ilumine todos os seus dias, para que você continue brilhando sempre.

    Muita paz, muita saúde, muita, muita, mas muita alegria mesmo!

    Beijos minha linda! Beijo

     

     



    Escrito por Lili às 09h05
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    Paz e serenidade

    Triste

     

     

    ... e um belo dia Wayne me deu de presente um Basset Hound.

    Lindo...

    Olhei pra ele e achei que tinha jeito e cara de sábio.

    Chamei-lhe Muni, que em tibetano quer dizer sábio.

     

    Sereno, tranquilo, calmo, com os olhinhos meio baixos, como se estivesse sempre em meditação.

     

    Muni chegou e tomou conta dos nossos corações.

    Escolheu Marília como sua dona.

    Dormiam sempre juntos. Não sei como cabiam na mesma cama, porque Muni cresceu e engordou. Mas cabiam.

     

    Muni viu cachorros chegarem e partirem. Viu gente vindo e indo. Dormiu ao lado do carrinho da Vitória e do João Vitor, como se estivesse cuidando do sono dos dois. Lambeu e enxugou minhas lágrimas. Encheu nossa casa de alegria, de paz e de serenidade. Envelheceu entre nós e renasceu junto de Marilia.

     

    – Obrigada Muni, pelo seu amor, pela sua companhia. Quando eu acordar agora, não vou mais te ver ao lado da minha cama, mas aquele cantinho está impregnado com sua doçura e com seu amor. Sentiremos sempre a presença da serenidade e da paz, com que você encheu sempre nosso lar e nossos corações. Apaixonado



    Escrito por Lili às 21h56
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    Êta menino esperto!!!

    ApaixonadoBêbado

    Vejam aí que coisinha mais linda meu mais recente sobrinho neto de olhinhos abertos e chupando o dedinho.

    Ele é muito lindinho, gente!



    Escrito por Lili às 19h28
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    Seja muito bem vindo Augusto Cesar!!!

    Muito feliz

     

    Avó mesmo eu ainda não sou não. Mas tia avó eu já sou um monte de vezes.

    Ganhei ontem mais um  sobrinho neto.

    Augusto Cesar.

    Meu sobrinho, pai do recém chegado a este mundão, é filho da minha irmã e irmão da minha companheira de assalto de ontem. A que ficou em estado de choque até de noite, quando outro acontecimento tomou conta da emoção dela. Desta vez, só alegria!!!! Chegou seu sobrinho...

    Eu tenho por este meu sobrinho um chamego especial, porque foi meu primeiro sobrinho e morou com a gente por um bom tempo quando era bebê.

    Depois de 16 anos de casado, ele e a esposa depois de muuuiiinnntttooo pensar, resolveram ter um bebê.

    Eu tinha certeza que seria uma menininha. Mas não foi.

    Quando ele me ligou dizendo que tinham feito o exame e não era uma menina e sim um rapaz, ele me disse:

    – Ih tia!!! Sua vocação pra bruxa, desta vez falhou. Não é uma menina e um menino!!!

    – Eu já esperava pela sua incompetência...

    Ele caiu na gargalhada...

    – Foi mal, né tia? Mas do próximo eu capricho mais e aí vem a menininha que você queria, ta bom?

    – Tá bom, meu amor! Que ele venha muito saudável, que seja muito feliz e faça todos nós felizes também.

    Pois bem. O Augusto Cesar ia nascer dia 20 de agosto, mais ou menos.

    Eu acho que o susto da Tati foi tão grande com o assalto fajuto que nós vivemos, que ela transferiu pra cunhada e a bolsa estourou antes da hora prevista.

    Ontem à noite estava me preparando pra dormir, quando me liga minha irmã, a-pa-vo-ra-da, lá dos Estados Unidos, me pedindo pra ir para o hospital, porque o neném ia nascer e Raul César estava super nervoso. Ela só viria dia 4. Vem amanhã.

    Fui pro hospital. Aquela agonia gostosa. A espera da chegada de mais uma vidinha.

    Dali a pouco o médico sai da sala e nos diz que tudo correu bem, mãe e filho passam bem.

    O pai, que entrou pra assistir o parto e dar uma força pra esposa, nem tanto...

    Imaginem vocês que o Raul Cesar, sofre um desmaio na sala de parto!!!

    Eu tô indo lá agora de tarde pra conhecer o Augusto Cesar, e vou aproveitar pra falar pra ele:

    – CARACA VÉIU!!!! Além de incompetente é frouxo também, é??? Se meu pai, seu avô, estivesse aqui, com certeza ele ia te dizer:

    – é filho de mãe só, é????????????

     

     

     

     



    Escrito por Lili às 13h11
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    Assaltante mequetrefe

    Nervoso

     

    Sabem aquela história de “eu me conheço”?

    Conhece não. Ninguém conhece ninguém. Nem nós mesmos nos conhecemos e não sabemos qual reação teremos diante dos fatos que nos são apresentados.

    Prestem atenção:

    Saio eu de tarde com minha sobrinha e a Vivi.

    Fomos ao salão fazer as unhas.

    Eu estava mooorta de cansada, louca pra dar uma deitadinha depois do almoço, mas minhas unhas estavam um troço de louco. Rosa saiu de férias e a boneca aqui, tinha que cuidar lá de fora e aqui de dentro da casa. Êta canseira... Com sono

    Quando vi Rosa dentro da minha sala eu quase pulei no pescoço dela de tanta alegria.

    Enquanto eu estava indo pro salão com as duas, eu abri minha boca não sei quantas vezes.

    Falei com minha sobrinha:

    – Eu tô com tanto sono!!! Quando eu chegar do salão e vou cair na minha caminha com Lolita (que tomou banho e cortou os cabelos hoje. Cheirooosa...).

    Beleza.
    Todo mundo de unhas feitinhas, Vivi com as das mãos e as dos pés azuis da cor do céu, eu toda feliz porque ia dar minha deitadinha, então... peguei meu carrinho e paro em um sinal em frente ao Banco do Brasil.

    Quatro horas da tarde, carro pra dar com pau, gente trançando pra lá e pra cá, quando eu penso que não, mete a cara dentro do meu carro, do meu lado, um sujeito com uma cara de mequetrefe  e me diz baixinho. Sussurrando ao meu ouvido:

    – Me dá seu celular. Rápido. Passa o celular.

    Em dúvida Hããã??? O quê???

    – Isto é um assalto. Não grita porque senão eu te dou um tiro. Eu só quero o celular. Me dá logo, sem gritar.

    – Num dô não. Sai pra lá seu cara de pau.

    Meti um empurrão no peito do infeliz, subi o vidro da janela (quase que ele fica sem nariz) e arranquei o carro. Minha sorte é que eu fui arrancando e o sinal abriu.

    Vira-se  minha sobrinha pra mim, depois de alguns minutos, porque estava em estado de choque:

    – Tia, você é doida? Você não tá nervosa não?

    – Eu doida? Por quê? Num tô nervosa não. Eu tô é com raiva de mim, porque eu devia era ter enfiado a mão na cara daquele palhaço.

    – Mas tia? E se ele tivesse te dado um tiro?

    – Ô Tati? Aonde você já viu um assaltante que se preze, pedir um celular pra alguém em um assalto, menina? Celular tá a preço de banana. Ele é um palhaço, isto sim. De assaltante ele não tem nem a cara. O quê que você acha que eu devia ter feito?

    – Dado o celular, uai!!!

    – Não ia nem dar tempo. O sinal ia abrir. Meu celular estava dentro da minha bolsa, que estava com você. Imagina que coisa mais ridícula eu te falando: Tati, pega meu celular dentro da minha bolsa e entrega pro indivíduo aqui, porque senão ela vai me dar um tiro. Fala sério, né Tati!!!

    – Tá. Tudo bem. Só que eu não ia ter a calma que você teve nunca. Eu tô com meu coração disparado e estou GE-LA-DA...

    Deixei minha sobrinha em casa e vim pra casa com a Vivi, que assistia a tudo e não falava nada...

    Falei pra ela:

    – Mas eu devia ter dado um soco na cara daquele palhaço, pra ele aprender. Com a gente não ia acontecer nada, porque além de um mala budista, um anjinho protetor feito pelos índios do Arizona, pendurados aqui no retrovisor, eu ainda tenho um ímã com a imagem da Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, vinda diretamente de Paris para o console do meu carro, né não Vivi??? Sorte

    – É tia!!! Protegidas nós estamos... Eu acho que ele olhou pra você, viu você toda pequenininha, aí veio te assaltar!!! Só que ele não sabia que você era tão corajosa, né tia??? Rindo a toa

     

     

     



    Escrito por Lili às 18h49
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    Again...

    Ira

     

    Estou sem computador de novo.

    Ta parecendo que eu nao quero escrever meus causos pra voces, ne nao?

    Agora ou o danado fica bom, ou eu compro um novo.

    Adri levou para reformatar. Vamos ver quando volta e como volta... Diabólico



    Escrito por Lili às 19h15
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    Onde estará o meu amor!?!?!?!?!?!

    Triste

     

     

     

     



    Escrito por Lili às 19h56
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    São Francisco, me acuda!!!

    surpreso

     

     

     

    Wayne tem um primo que é padre franciscano, Rafael.

    Eu vou pedir pra ele entrar em sintonia profunda com São Francisco e dar um pulinho aqui em casa dar uma benzida na cachorrada. PELAMORDEDEUS!!!

     

    Lembram que eu passei uma semana, há uns dois meses, em Belo Horizonte visitando minha tia que estava no hospital?

    Pois então. Quando eu cheguei levei um susto quando vi o Muni, nosso Basset Hound.

     

    – Uai!!! Quê que aconteceu com o Muni que ele emagreceu tanto em uma semana?

    – Emagreceu? Lá vem você com suas histórias. O Muni está do mesmo jeito... me respondeu Wayne.

    – Quê isso? Ele emagreceu e não foi pouco não.

     

    Ninguém tinha percebido nada...

     

    Levei Muni pra veterinária olhar.

     

    – Tô achando o Muni com as gengivas muito brancas e os olhos também, Dna. Liliana. Vou pedir uns exames.

     

    Resultado: Muni tinha emagrecido SÓ três quilos, em uma semana. Estava com uma infecção altíssima e muito anêmico.

    Parou completamente de comer. Da sopinha Nestlé pra bebês ao feijão com arroz, passando por todos os tipos de guloseimas, Muni cheirava e saía.

    Internamos o Muni.

    Isto faltavam uns dias pra eu ir pros Estados Unidos.

    Viajei super preocupada com Muni. Mas ele ficou mais ou menos. Pelo menos tava comendo.

    Cheguei de viagem, Muni parou de comer de novo. Parece que estava só esperando eu chegar, tadinho.

    Interna Muni de novo. Viajei pra Paris e deixei Muni internado.

    E lá ele ficou 15 dias.

     

    Paralelamente:

    Shopp, o Rottwailer, teve um problema no olho. Teve que se submeter a uma intervenção cirúrgica.

    Giovana e o Maradona, os Mastins, tiveram um entrevero por conta de um pedaço de pão, e o Maradona quase morre de tanto apanhar.

    Giovana mordeu muito forte na região do tornozelo do coitado e ... interna Maradona pra cuidar da pata.

     

    Chego eu de Paris. MORTA EM PÉ. Êta vôo comprido...

    Encontro Muni melhorzinho, mas ainda tendo que fazer drenagem em um abscesso na perna.

    Sento pra almoçar e Lolita começa a vomitar.

    E disparou a vomitar... Tentei Plasil. Nada. Lolita continuava a vomitar...

    Levo pra clínica veterinária. Medicaram Lolita, a veterinária dela não estava lá porque era Domingo, e voltamos pra casa.

    Não vomitou mais. Continuava brincalhona, alegre, bem espertinha.

    Segunda feira:

    Lolita começa a vomitar de novo. Ligo pra veterinária:

    – Dna. Liliana, ela não comeu nada no jardim, não?

    – Não sei Doutora, porque eu estava viajando. E aí, a senhora já sabe, né? Ela e Cia. Ltda. Devem ter feito a festa no quintal...

    – Dá o Plasil pra ela e vamos ver como ela fica até amanhã. De qualquer forma eu vou passar aí, colher sangue dela pra ver se está tudo bem.

    Lolita não vomitou mais.

     

    Terça:

    Deito com Lolita pra dormir e aí????

    Loló começa tuuudo de novo!!!!

    Passei a madrugada inteira esperando o dia raiar, pra levar Lolita pra clínica.

     

    Ontem:

    Sete horas eu já estava na clínica.

    Os exames não deram nada.

    – Vamos deixar Lolita aqui no soro até de tarde Dna. Liliana, pra ela tomar a medicação na veia.

    Ficou Lolita lá e eu vim embora com o coração partido.

    Fui buscar Lolita às cinco da tarde.

    – Olha Dna. Liliana. Ela não vomitou mais não. Ela vai pra casa com o cateter do soro na perninha, porque se ela voltar a vomitar a gente não precisa furar a perninha de novo. A senhora dê pra ela SOMENTE água e uma sopinha de arroz. Mas é bem pouquinho. Tipo umas duas colheres de sopa.

    Tudo bem. Vim pra casa. Preparei a sopinha e dei pra Lolita.

    Vocês não acreditam o quê que a danada da Lolita fez.

    Eu tinha colocado a vasilha de ração dela em cima de um móvel na varanda, pra ela não comer.

    De repente Lolita sumiu.

    – Lolita, cadê você???

    Lá vem ela com a boca toda suja de ração.

    – Lolita, sua danada, o quê que você tava fazendo???

    A danadinha subiu no móvel, derrubou a vasilha de ração e DE TO NOU!!!

    E aí????

    Tudo de novo....

     

    Muito triste 

     

    Ah não!!!

    – Rafael!!!! Pelo amor de Deus, vem cá e dá uma benzida aqui, porque deste jeito eu “num dô conta não”!!!!

     

    Como dizia minha adorada mãezinha... “tá doido ÔÔÔ!!!! Tonto

     

     

     



    Escrito por Lili às 08h41
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